e os dia estão passando. cada vez mais rápido. como se o tempo tivesse o desprazer de desfazer objetivos. é eu tenho alguns objetivos. tá, eles não estão tão claros em minha cabeça confusa, mas que eu tenho eu tenho. e considero isso um tanto quanto importante. confesso, que pra mim, o significado da palavra importante foi destorcido a alguns dois anos atrás. tá, mas não é sobre isso que vou escrever. também já nem sei mais sobre o que ia escrever. sobre o tempo, os objetivos, tanto faz. sei que nada vai fazer sentido pra quem ler. o sentido sempre fica aqui dentro de mim. o lugarzinho estranho pra se esconder. ele se acumulou. e não consegue ser extraído de forma alguma. explicando: não consigo sentir! uau que sensação hein. é, mas não é nada legal, talvez conveniente, pois se você não sente, nada faz sentido e se nada faz sentido, nada te machuca. ok, ok sei que pensou que também nada alegra. o que importa é que desaprendi a sentir. sentir mesmo sabe, SENTIR com letra maiúscula sim. isso deixou de fazer parte da minha vida quando resolvi acreditar que não precisava sentir e sim aproveitar tudo. ao máximo. que no fim virava mínimo. mas aproveitar o momento. afinal de contas, o tempo voa e o momento é muito mais forte que o tempo. tempo. momento. sentir. eu me lembro do tempo em que sentia. acho que senti com tanta intensidade aqueles momentos que o tempo engoliu o sentir. e senti em excesso. acredito ter sentido pro resto dos meus dias. e agora estou fadada a levar uma vida sem sentir. nada mal. quem disse que sentir é tudo não é? não preciso disso. na real, hoje, ninguém precisa sentir. aquele ali do lado, é esse mesmo, ele também não sente. se sentisse não teria batido em sua mulher pela manhã em frente a seus filhos. seus filhos também não irão sentir. e os filhos de seus filhos também não. é a realidade do mundo em que estamos vivendo. e perdoe-me se estiver errada meus queridos leitores, mas o tempo não tem nada a ver com isso ….